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Quem pode antecipar o Saque-Aniversário do FGTS?

Qualquer trabalhador que já tenha optado pelo Saque-Aniversário no aplicativo FGTS da Caixa, possua saldo suficiente na conta e esteja dentro do calendário oficial de liberações. Não é necessário ter conta-salário ou ser correntista de banco específico.

Não. Primeiro você deve migrar para o Saque-Aniversário no app FGTS. A mudança leva até 90 dias para gerar saldo disponível, porque o governo precisa recalcular suas parcelas futuras.

É possível antecipar de 1 a 5 parcelas do Saque-Aniversário do FGTS, com valor entre R$ 100 e R$ 500 por parcela.

Sim. Na simulação, você define se quer 1, 2… até 5 parcelas. O sistema mostra quanto dinheiro cai no PIX e qual será o desconto futuro em cada aniversário.

Sim. A operação não exige análise de SPC/Serasa, porque o saldo do FGTS serve como garantia. Mesmo quem tem restrição no CPF pode contratar.

O valor é transferido via PIX para a conta de sua escolha. Normalmente cai em até 10 minutos após a assinatura digital do contrato.

Não. Basta digitar CPF, data de nascimento e autorizar o banco parceiro a consultar seu saldo FGTS dentro do aplicativo oficial da Caixa.

Você continuará recebendo o salário normalmente, mas não poderá sacar o FGTS na rescisão enquanto o contrato de antecipação estiver ativo. O saldo servirá primeiro para quitar o valor antecipado.

A multa de 40 % continua sendo paga. Porém, o saque-rescisão fica bloqueado até quitar o contrato de antecipação. Depois disso, qualquer saldo restante poderá ser liberado.

Sim, você pode se arrepender e devolver o dinheiro em até 7 dias após o recimento. Depois desse período, a única forma de liquidar antes do prazo seria quitar à vista o valor residual.

Em plataformas como o Juca, a taxa parte do mínimo de 1,59 % ao mês. Ela permanece fixa durante todo o contrato, independentemente de mudanças no mercado.

Sim. O Custo Efetivo Total apresentado na simulação já engloba juros, IOF, tarifas de registro e qualquer encargo obrigatório. Você sabe exatamente quanto paga.

Não. O IOF é calculado uma única vez, sobre o valor total antecipado, na data de contratação. Alterações futuras no calendário do Saque-Aniversário não afetam o imposto já recolhido.

Não. Como não há parcelas mensais nem amortização no meio do caminho, não existem tarifas adicionais de aditamento ou liquidação acelerada.

Empréstimos pessoais costumam variar de 6 a 12 % a.m. para quem tem bom score, chegando a 20 % para negativados. A antecipação é, em média, quatro vezes mais barata.

Hoje, não. Você apenas está recebendo um valor que já era seu. Como não existe rendimento nem ganho de capital, não há campo específico na declaração.

Sim. O lucro anual depositado no FGTS é considerado rendimento isento, mas deve ser informado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Pagará imposto conforme a regra do investimento escolhido (CDB, ações, fundos etc.). A antecipação em si continua isenta; apenas o novo investimento pode gerar tributação.

Não há incidência de imposto ao usar o crédito para pagar dívida. Somente eventuais abatimentos negociados com o credor precisam ser avaliados, mas geralmente não geram IR para pessoa física.

Sim. Projetos de lei discutem tributar ganhos de FGTS acima de certo percentual. Mantenha-se atento às atualizações anuais da Receita Federal.

É a nova plataforma da Caixa e do Ministério do Trabalho que centraliza recolhimento, parcelamento e fiscalização do FGTS das empresas, substituindo parcialmente o Conectividade Social.

Não diretamente. O sistema altera a rotina da empresa, mas o saldo na conta vinculada e as datas de Saque-Aniversário continuam os mesmos para o trabalhador.

A autorização continua sendo feita no app FGTS tradicional (Android/iOS), menu “Meu FGTS” → “Autorizar bancos a consultarem meu FGTS”. O FGTS Digital ainda não tem essa função.

Sim. A Caixa permite até três instituições simultâneas. Se já tiver autorizado outras fintechs, talvez precise revogar primeiro para liberar espaço.

Não. Ela perdeu validade em 27/06/2025. Contudo, direitos adquiridos antes dessa data ficam preservados; contratos assinados permanecem válidos.

Primeiro confira se a autorização no app FGTS está como “Concluída”. Depois verifique se sua chave PIX está correta. Se tudo estiver certo, abra chamado no WhatsApp do Juca.

Sim. Qualquer divergência de dados bloqueia o registro no sistema da Caixa. Refazendo, o contrato será gerado corretamente.

O nome do banco a ser autorizado é BMP. Pergunte ao suporte qual instituição selecionar.

Isso é normal nos primeiros 90 dias. O saldo só aparece na data de início oficial do seu período de saque, conforme calendário da Caixa.

Tente fechar e abrir novamente o aplicativo. Se continuar, use o site fgts.caixa.gov.br ou procure uma agência para desbloqueio.

Pode. O dinheiro cai na sua conta sem vinculação. Basta transferir para o banco do seu financiamento e amortizar. Analise se há taxas de amortização antecipada.

Geralmente, sim, se o rendimento do investimento superar a taxa efetiva da antecipação. CDBs de 110 % CDI ou Tesouro IPCA+ podem compensar, dependendo de prazo e IR. Mas, importante, fazer sua própria análise.

Sim. Pagando à vista você costuma conseguir desconto de 3–6 % na concessionária, o que pode superar o custo da antecipação.

Depende. Se a viagem for importante e você evitar parcelamento no cartão a 6 % a.m., pode ser vantajoso. Sempre compare o custo financeiro.

A antecipação do FGTS é exclusiva para pessoa física. Empresas podem integrar a API do Juca para oferecer o produto aos clientes, mas não para uso próprio.

Imediatamente após o crédito da parcela de 2025 na sua conta vinculada. O sistema sempre permite adiantar os próximos 5 anos disponíveis.

Você pode contratar uma operação por ano e antecipar até 5 parcelas do seu Saque-Aniversário do FGTS.

O saldo fica disponível no primeiro dia útil do mês do seu aniversário e permanece liberado até o último dia útil do segundo mês subsequente.

Pode antecipar em qualquer momento do ano — basta ter saldo liberado. O calendário afeta apenas o Saque-Aniversário tradicional, não a antecipação.

Entre 1 e 3 dias úteis após a assinatura, o extrato FGTS exibirá a linha “Valor Bloqueado para Antecipação” com o montante cedido ao banco.

Sim. As instituições financeiras precisam registrar o contrato no SCR (Sistema de Informação de Crédito) do Bacen e na central da Caixa.

O Juca, e sua atuação, é supervisado pelo Banco Central e sujeitos à Lei do Empréstimo com Garantia FGTS (Lei 13.313/2016).

Sim. O contrato é lastreado no FGTS, que pertence ao trabalhador e é gerido pelo governo. A instituição apenas recebe o pagamento futuro; em caso de falência, outro agente é designado.

Contrate apenas via site oficial (vemprojuca.com) ou app do parceiro listado. Verifique se a URL tem HTTPS .

Você tem várias formas de entrar em contato com o Juca. Aqui na parte de baixo do nosso site você tem o WhatsApp do Atendimento e, também, o WhatsApp da Ouvidoria Juca.

Qualquer reclamação é importante e será atendida e resolvida pela equipe do Juca. Aqui na parte de baixo do nosso site você tem o WhatsApp do Atendimento e, também, o WhatsApp da Ouvidoria Juca.

Você consegue simular e falar com o Juca pelo WhatsApp 11 5198-2624

O número da nossa Ouvidoria Juca, que é exclusivamente WhatsApp, é 11 5104-4053. Basta enviar um WhatsApp para o número 11 5104-4053 e você será atendido.

Nosso Instagram é www.instagram.com/vemprojuca Acompanhe para saber de todas as novidades!

O Crédito do Trabalhador é o consignado privado CLT: um empréstimo para quem tem carteira assinada, com parcelas fixas descontadas direto do salário e juros menores que empréstimo pessoal comum. Tudo é 100% online e o dinheiro cai via PIX em até 10 minutos, e sem papelada.

O Crédito do Trabalhador pode ser contratado por quem tem carteira assinada (CLT), com vínculo ativo e registrado no eSocial, e margem consignável disponível.Isso inclui: empregados do setor privado, empregados domésticos registrados, trabalhadores rurais com carteira assinada, empregados de MEIs e diretores não empregados com vínculo ao FGTS. Pessoas negativadas também podem solicitar, porque o desconto é feito direto na folha, mas a liberação do crédito sempre depende da análise e aprovação final do banco parceiro. Não podem contratar: servidores públicos estatutários, temporários, aprendizes, trabalhadores intermitentes, quem não tem carteira assinada e empregados de entes públicos/estatais com regras próprias de crédito.

Sim. Como a parcela vem direto do salário, o risco de atraso diminui e isso ajuda até quem está com nome restrito. Mas toda contratação passa por análise da instituição financeira, que decide se aprova ou não.

As taxas variam conforme a empresa, o perfil de cada pessoa e as regras do banco parceiro. Na prática, costumam ser bem menores do que as de empréstimo pessoal comum. Você vê as taxas e o valor final das parcelas na simulação, antes de contratar.

Depois da aprovação e da assinatura digital do contrato, o valor é liberado pelo banco parceiro, via PIX em até 10 minutos, direto na conta que você informar. Em geral, isso acontece em poucos minutos.

Todo mês, a parcela é descontada automaticamente da sua folha de pagamento. Ou seja: você recebe o salário já com o valor do empréstimo abatido, do jeito que foi combinado no contrato. Você não precisa gerar boleto, fazer PIX nem agendar débito em conta – o sistema já faz o desconto direto no seu contracheque. Isso ajuda a evitar atraso e facilita o controle das contas, porque a parcela é sempre a mesma e já sai na origem.

O valor depende da sua renda, da margem consignável disponível e das regras do banco parceiro. Na simulação do Juca, você já vê  quanto pode contratar e qual seria o valor aproximado da parcela. Se não houver margem ou se o valor for muito alto para seu perfil, a proposta não é liberada.  

Você acessa o site do Juca, escolhe a opção de Crédito do Trabalhador, preenche seus dados básicos e faz a simulação. O sistema mostra quanto pode liberar, o valor das parcelas e o custo total. Tudo bem simples, em menos de 5 minutos. Se fizer sentido pra você, é só seguir para análise e assinatura digital.

Sim. O Juca atua junto a instituições financeiras regulamentadas e segue as regras do Banco Central. O processo é digital, com proteção de dados, e o desconto em folha reduz o risco de inadimplência. Você sempre vê o contrato e as condições antes de confirmar.

Se você for demitido, o desconto em folha para, mas a dívida continua existindo normalmente. A partir desse momento, o banco parceiro passa a cobrar as parcelas por outros meios, como boleto, débito em conta ou acordo de pagamento, conforme as regras do contrato. Por isso, se isso acontecer, é muito importante falar com o nosso atendimento o quanto antes para combinar a melhor forma de pagamento e evitar atraso.

Sim. É possível ter até 9 contratos ativos, desde que você tenha margem consignável disponível. Sempre existe um limite máximo do salário que pode ser usado com consignado.

Pode. Você pode solicitar a quitação antecipada diretamente com a instituição financeira. Ao antecipar, normalmente há desconto nos juros das parcelas que ainda não venceram. As condições aparecem no extrato ou no boleto do contrato.

Sim. Como o pagamento é feito direto do salário ou benefício, o risco é menor e isso ajuda até quem tem restrição. Mas a última palavra é sempre da instituição financeira, depois da análise de crédito.

As principais vantagens são juros menores, prazos maiores e parcela previsível, porque o pagamento vem direto da folha. Se usado com responsabilidade, o consignado pode ajudar a trocar dívidas caras por uma parcela que caiba melhor no bolso.

As taxas variam conforme o tipo de consignado, a empresa, o perfil de cada pessoa e o banco parceiro. No Juca, você sempre vê a taxa, o valor das parcelas e o custo total do empréstimo antes de fechar, sem letrinha miúda.

Margem consignável é a parte do salário ou benefício que pode ser usada para pagar consignado. Em geral, a lei limita esse percentual (por exemplo, até 35% do salário bruto). Se você já tiver outros consignados, a margem disponível diminui.

Na simulação, o Juca já consulta sua margem. Em alguns casos, o banco consulta sistemas oficiais para ver o valor exato. Se não houver margem suficiente, o sistema avisa e não libera uma parcela que estoure o limite.

Depois da análise, aprovação e assinatura do contrato, o banco parceiro libera o dinheiro na sua conta, via PIX em até 10 minutos. O prazo pode variar um pouco conforme o banco e o horário da contratação.

Se o dinheiro ainda não foi liberado, normalmente dá para cancelar a proposta. Se o valor já caiu na sua conta, você tem até 7 dias corridos após a contratação para desistir, desde que devolva 100% do valor recebido ao banco parceiro. Depois desse prazo de 7 dias, o contrato segue ativo e, para encerrar, é preciso quitar o saldo devedor, seja em uma única vez ou negociando diretamente com o banco as condições de pagamento.

A proposta pré-aprovada não é uma garantia, ela depende de validação de informações. Ela é feita com base nos dados da sua carteira (salário, vínculo, tempo de empresa). Depois que você aceita, o banco faz uma análise mais completa e, se algo não estiver dentro das regras, a proposta pode ser negada.

As ofertas da Carteira de Trabalho Digital são feitas por bancos e financeiras que usam aquela plataforma. O Juca atua como correspondente, ajudando você a entender e contratar crédito com esses parceiros. A oferta é do banco; o Juca facilita o caminho.

Não. Aceitar a proposta é só o primeiro passo. Depois disso, o banco confirma dados no Dataprev, verifica margem consignável e faz análise de crédito. Só após a aprovação final e a assinatura do contrato é que o valor é liberado.

Porque o banco olha mais coisas além do salário. Por exemplo: pouca margem consignável, vínculo de trabalho recento, regras internas do banco, dados divergentes ou restrições recentes no CPF. Verifique se suas informações estão corretas no eSocial e regularize dívidas para aumentar suas chances.

Não. A decisão final é sempre do banco parceiro, seguindo as políticas internas e as normas do Banco Central. O que o Juca faz é ajudar você a entender o motivo da negativa e, quando possível, indicar outras opções de crédito mais adequadas.

A análise para concessão de crédito é realizada por meio de processo automatizado, que utiliza algoritmo proprietário do banco, desenvolvido com base em critérios estatísticos e de gestão de risco. Esse algoritmo considera, de forma integrada, dados cadastrais, histórico financeiro, capacidade de pagamento, nível de comprometimento de renda e informações provenientes de bureaus de crédito, em conformidade com a legislação aplicável e com as políticas internas vigentes. Por se tratar de metodologia proprietária, não é possível divulgar a lógica detalhada, fórmulas, pesos ou parâmetros específicos utilizados na decisão.

Pode. Você pode fazer uma nova simulação pelo Juca quando quiser.

Sim. Esse tipo de oferta está ligado ao vínculo de carteira assinada. É justamente esse vínculo que permite o desconto das parcelas direto na folha, base do Crédito do Trabalhador (consignado privado).