Um limite de capital de giro no CNPJ do seu MEI que cai por Pix na conta da empresa. De lá, você usa como precisar: paga fornecedor, repõe estoque, cobre a semana. A fatura é semanal e, quando você paga, o limite volta para usar de novo. Também para ME e EPP e inclusive para negativados.
Sujeito à análise de crédito da empresa e do sócio. O limite, a taxa da sua proposta e o Custo Efetivo Total aparecem antes de você confirmar cada uso.

Em vez de pegar um valor fechado e pagar parcelas por meses, o MEI recebe um limite de capital de giro no CNPJ. Usa quando precisa, recebendo por Pix na conta da empresa, e paga na fatura da semana seguinte. Pagou, o limite fica disponível de novo.
Você escolhe o valor dentro do limite, e ele cai por Pix na conta da empresa. De lá, o dinheiro é seu para pagar o que o negócio precisar.
Tudo o que a empresa usou na semana vem numa fatura só, paga por Pix. Uma semana é o ritmo de quem compra, vende e recebe.
Assim que o pagamento é compensado, o limite fica livre para o próximo giro. Pagando em dia, ele pode crescer com o tempo.
Tudo por esta página, pelo celular ou pelo computador, sem ir a agência.
Preencha o simulador do topo com o CNPJ, o CPF do titular (ou do sócio responsável) e um WhatsApp. A simulação é gratuita.
A análise considera a empresa e o sócio. Conectar a conta da empresa pelo Open Finance ajuda a mostrar o faturamento real.
Aprovado, você confere as condições e aceita o contrato pelo celular. O limite fica disponível para usar.
O valor cai por Pix na conta da empresa, e você paga o que precisar. Na semana seguinte, pague a fatura e o limite volta.
Capital de giro é o dinheiro que cobre o intervalo entre pagar o fornecedor e receber do cliente. É ele que deixa o estoque cheio enquanto a venda não entra.
Com o dinheiro na conta da empresa, você paga o fornecedor na hora — e quem recebe à vista costuma dar desconto. Se o desconto à vista for maior que o custo do giro, a conta fecha a favor da empresa — e o simulador mostra esse custo antes de você usar.
Compre a mercadoria da semana sem esperar o dinheiro das vendas cair. Vendeu, paga a fatura e o limite volta para a próxima compra.
Boleto do cliente para 14 ou 28 dias, maquininha que só repassa no mês seguinte: o giro cobre o buraco do caixa sem misturar com o seu dinheiro pessoal.
O MEI com CNPJ ativo na Receita Federal, e também a microempresa (ME) e a empresa de pequeno porte (EPP). Quem pede é o titular ou o sócio responsável, que também participa da análise.
A situação cadastral na Receita Federal precisa estar ativa.
O MEI entra como empresa, com o CNPJ dele e o CPF do titular.
O sócio responsável faz o pedido, confirma a identidade e assina o contrato.
Uma conta em nome do CNPJ, para receber e pagar. Ela também pode ser conectada pelo Open Finance.
Pode pedir: o empréstimo também é para negativados. A análise olha o CNPJ e o CPF do titular, e restrição em qualquer um dos dois pesa na decisão: ela pode recusar o pedido ou liberar um limite menor. O resultado aparece na simulação, sem custo.
Você só paga sobre o valor que usar, e vê o custo antes de confirmar cada Pix. Limite disponível e parado não gera cobrança.
A taxa de cada uso aparece antes da confirmação, em reais e em porcentagem.
Também mostramos o Custo Efetivo Total ao mês, para você comparar com qualquer outra linha de crédito.
Não há cartão nem mensalidade para manter o limite.
Cada uso gera uma Cédula de Crédito Bancário, que fica disponível para consulta.
Uma tarifa pequena por uso pode ser um custo alto ao mês, porque o dinheiro fica com a empresa só por alguns dias. Por isso mostramos os dois números lado a lado: o que você paga naquele Pix e quanto isso representa ao mês.
| Giro no Pix do Juca | Cartão de crédito da empresa | Cheque especial PJ | |
|---|---|---|---|
| Como o dinheiro chega | Pix na conta da empresa | Só como compra no cartão | Saldo negativo na conta |
| Onde pode usar | Onde precisar: Pix, boleto, transferência | Só onde aceita cartão | Onde precisar, pela conta |
| Quando paga | Fatura semanal | Fatura mensal | Juros sobre o saldo devedor, todo dia |
| Custo antes de usar | Na tela, a cada Pix | Na fatura, se parcelar ou atrasar | No extrato, depois |
Antes de pedir crédito, vale saber quanto a empresa paga de imposto e quanto rende cada hora de trabalho: use a calculadora do Simples Nacional e do DAS e a calculadora de taxa horária para MEI. Se o crédito for para você, e não para a empresa, veja o empréstimo pessoal no Pix.
O crédito é concedido pela BMP, instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Juca atua como correspondente bancário dela e cuida da simulação, do atendimento e da contratação. O telefone de atendimento e a ouvidoria da BMP estão no contrato.
O dinheiro cai na conta da empresa, e você paga à vista e negocia como quem tem dinheiro na mão.
Pagou a fatura, o limite volta. Pagando em dia, ele pode crescer.
Fatura semanal, para acompanhar quem compra e vende toda semana.
Pedido, análise e contrato pelo celular. Sem agência e sem papelada.
MEI, ME e EPP, analisados pelo que a empresa movimenta, não só pelo tamanho.
Custo do uso e custo ao mês na tela antes de cada Pix. Você decide com o número na mão.
A simulação é feita na hora, por esta página. Depois da aprovação da análise de crédito e do aceite do contrato, o limite fica disponível, e cada uso cai por Pix na hora na conta da empresa.
O MEI recebe um limite de capital de giro. Cada uso cai por Pix na conta da empresa, de onde ele paga o que precisar, e ele paga tudo o que usou na semana numa fatura semanal. Quando a fatura é paga, o limite volta a ficar disponível.
Podem. Além do MEI, a microempresa e a empresa de pequeno porte pedem com o CNPJ, e o sócio responsável participa da análise e assina o contrato.
Pode pedir: o empréstimo também é para negativados. A análise considera a empresa e o sócio, e restrição no CNPJ ou no CPF pesa na decisão: ela pode recusar o pedido ou liberar um limite menor. O resultado aparece na simulação, sem custo.
O CNPJ, o CPF do sócio responsável e um WhatsApp para começar. Depois, a confirmação de identidade do sócio, com documento e selfie, e uma conta em nome da empresa. Conectar essa conta pelo Open Finance é opcional e ajuda a análise.
O dinheiro cai por Pix na conta em nome do CNPJ. De lá, você usa como precisar para o negócio: pagar fornecedor, repor estoque, cobrir contas da semana. O limite é para a atividade da empresa, não para despesa pessoal do sócio.
A taxa de juros começa em 5% por semana, e a da sua proposta depende da análise de crédito. Você só paga sobre o valor que usar. Antes de confirmar cada Pix, a tela mostra a taxa daquele uso, em reais e em porcentagem, e o Custo Efetivo Total ao mês. Limite parado não gera cobrança.
A fatura é semanal e reúne tudo o que a empresa usou na semana. O pagamento é por Pix, e a data de vencimento aparece no contrato e no aplicativo.
Pode. O limite é revisto com base no uso e no pagamento em dia das faturas. Pagar em dia é o que mais pesa.
Não para começar. O limite inicial é concedido com base na análise da empresa e do sócio.
O limite fica bloqueado até a regularização, e o valor em atraso tem cobrança de juros, multa e mora, conforme o contrato. O atraso também pode levar a cobrança e a registro em órgãos de proteção ao crédito. Se a semana apertar, fale com o Juca antes do vencimento.
Quem concede é a BMP SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A., CNPJ 34.337.707/0001-00, instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Juca é correspondente bancário dela. O telefone de atendimento e a ouvidoria da BMP estão no contrato.
Não. O Juca nunca pede pagamento, depósito ou taxa de liberação antes do crédito. Se alguém pedir isso em nome do Juca, é golpe.
Simule o empréstimo para o seu MEI
Em poucos minutos, aqui no site, com o CNPJ. Você vê o limite e o custo antes de usar.
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